quinta-feira, 3 de março de 2011

Já eras.

Nem acredito que finalmente estás a desaparecer do meu pensamento. Não consigo mesmo acreditar, já começava a achar que isto ia durar e durar e durar…
Sinceramente, foi demasiado tempo preso a ti, demasiado tempo que te dediquei. No fundo, demasiado tempo que perdi.
Do nada, aconteceu algo que não estava, de todo, à espera. Encontrei finalmente alguém capaz de te afastar de mim, por completo.
Sabes que mais? Já eras.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Eu não estou a viver.

Sinto um aperto no coração que é simplesmente inexplicável.
Quero escrever-te mas não consigo.
Preciso de falar contigo, preciso de te dizer tudo o que guardo cá dentro. Sei que não estás a fim de me dar essa oportunidade e, se assim for, terei que falar mais uma vez “sozinho”.
Eu não estou a viver, estou apenas a matar tempo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Hoje não tenho mais nada a dizer-te.

Fui e consegui. Balanço da noite anterior: melhor era quase impossível.
Consegui, pelo menos de certa forma, esquecer-te durante algum tempo. Já não me lembrava da última vez que isso tinha acontecido. Será um começo? Tenho esperança que sim.
É certo que agora, depois do efeito do álcool, é mais difícil esquecer que existes e continuar a resistir-te mas acredito que com o tempo consiga fazer com que aquele efeito seja duradouro.
Hoje não tenho mais nada a dizer-te.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estou confuso.

Podia contar pelos dedos das mãos as vezes que me esqueço de ti. São escassas. Até quando durmo estás no meu pensamento. Não devia, eu sei.
Não tem conta as vezes que me dizem: “É tempo de esqueceres”. Falar é fácil.
Hoje vou sair de casa e vou tentar, por uma noite que seja, esquecer-te. Vou conseguir? Tenho dúvidas. Devo esquecer todo este tempo que nos uniu e continuar a vida que tinha antes? Talvez seja o melhor. Aliás, é mesmo o melhor.
Mas esquecer? Essa palavra continua sem sentido na minha cabeça, não tem significado e vai ser assim por algum tempo, penso eu.
Estou confuso, é fácil perceber pelas minhas palavras.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Perdido.

Eu sei lá o que dizer mais. Quero continuar a escrever-te, mas já não tenho forças para mais. A cada dia que passa sinto mais a tua falta, como é possível?
Eu quero esquecer-te, juro que quero, mas não me sais da cabeça por um instante.
A vontade que tenho de deitar tudo para trás das costas e falar contigo, não perder nem mais um segundo, não hesitar, e dizer-te que tenho saudades tuas. Mas não posso. Tenho que aprender a resistir, coisa que nunca consegui fazer. Aos poucos e poucos vou aprendendo mas a vontade está sempre cá, nunca desaparece. Eu sei que isto é o melhor para mim e até para ti mas o meu coração não quer aceitar este facto.
Já não sei o que fazer, estou perdido e não me consigo encontrar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Queria, queria...

Queria dizer-te: "Volta para mim, meu amor!"
Queria falar contigo todos os dias e em todos os momentos.
Queria sentir a tua presença a cada segundo que passa.
Queria voltar a sentir a alma cheia graças a ti e queria voltar a viver. Sim, gostava de voltar a sentir que estou vivo.
Queria voltar a dizer que te amo, queria que voltasses a dizer que me amas.
Queria-te a ti, e nada mais...
Estás comigo nisto?