domingo, 13 de fevereiro de 2011

Eu não estou a viver.

Sinto um aperto no coração que é simplesmente inexplicável.
Quero escrever-te mas não consigo.
Preciso de falar contigo, preciso de te dizer tudo o que guardo cá dentro. Sei que não estás a fim de me dar essa oportunidade e, se assim for, terei que falar mais uma vez “sozinho”.
Eu não estou a viver, estou apenas a matar tempo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Hoje não tenho mais nada a dizer-te.

Fui e consegui. Balanço da noite anterior: melhor era quase impossível.
Consegui, pelo menos de certa forma, esquecer-te durante algum tempo. Já não me lembrava da última vez que isso tinha acontecido. Será um começo? Tenho esperança que sim.
É certo que agora, depois do efeito do álcool, é mais difícil esquecer que existes e continuar a resistir-te mas acredito que com o tempo consiga fazer com que aquele efeito seja duradouro.
Hoje não tenho mais nada a dizer-te.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estou confuso.

Podia contar pelos dedos das mãos as vezes que me esqueço de ti. São escassas. Até quando durmo estás no meu pensamento. Não devia, eu sei.
Não tem conta as vezes que me dizem: “É tempo de esqueceres”. Falar é fácil.
Hoje vou sair de casa e vou tentar, por uma noite que seja, esquecer-te. Vou conseguir? Tenho dúvidas. Devo esquecer todo este tempo que nos uniu e continuar a vida que tinha antes? Talvez seja o melhor. Aliás, é mesmo o melhor.
Mas esquecer? Essa palavra continua sem sentido na minha cabeça, não tem significado e vai ser assim por algum tempo, penso eu.
Estou confuso, é fácil perceber pelas minhas palavras.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Perdido.

Eu sei lá o que dizer mais. Quero continuar a escrever-te, mas já não tenho forças para mais. A cada dia que passa sinto mais a tua falta, como é possível?
Eu quero esquecer-te, juro que quero, mas não me sais da cabeça por um instante.
A vontade que tenho de deitar tudo para trás das costas e falar contigo, não perder nem mais um segundo, não hesitar, e dizer-te que tenho saudades tuas. Mas não posso. Tenho que aprender a resistir, coisa que nunca consegui fazer. Aos poucos e poucos vou aprendendo mas a vontade está sempre cá, nunca desaparece. Eu sei que isto é o melhor para mim e até para ti mas o meu coração não quer aceitar este facto.
Já não sei o que fazer, estou perdido e não me consigo encontrar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Queria, queria...

Queria dizer-te: "Volta para mim, meu amor!"
Queria falar contigo todos os dias e em todos os momentos.
Queria sentir a tua presença a cada segundo que passa.
Queria voltar a sentir a alma cheia graças a ti e queria voltar a viver. Sim, gostava de voltar a sentir que estou vivo.
Queria voltar a dizer que te amo, queria que voltasses a dizer que me amas.
Queria-te a ti, e nada mais...
Estás comigo nisto?

Escrevo?

Por vezes sinto que não há mais nada a escrever, que já disse tudo e que começo a ser repetitivo. Talvez seja verdade, mas eu preciso de escrever para ti, tenho essa necessidade.
Porquê? Não sei. Talvez porque seja a única forma de me manter em contacto contigo, ainda que seja como um monólogo e neste, o único que fala sou eu.
Quando escrevo isto, todos os dias, tenho uma sensação igual à que já tive há algum tempo atrás e, tal como te disse: “Sinceramente, estou a escrever isto e acho que não estou a dizer coisa com coisa, acho mesmo que, comparado ao que te escrevia antes, isto não tem qualquer valor”.
Com isto tudo, forma-se uma questão. Será que vale a pena continuar a escrever para ti? Não será melhor deixar de o fazer e deixar o sentimento morrer, aos poucos e poucos, de vez?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tenho saudades tuas, meu amor.

Hoje apetece-me especialmente escrever. Não sei porquê, mas apetece.
É inacreditável como sinto que te conheço desde sempre, tal como tu sentias o mesmo: “Cada palavra dita por ti é sentida por mim, acredita. Interiorizo tudo intensamente, como se te conhecesse desde sempre”.
É óbvio que nunca pensei que isto fosse acontecer, quando te conheci estava longe de pensar que os meus próximos 2 anos iam girar à tua volta. Nunca vivi para uma só rapariga até te conhecer mas a verdade é que mudou tudo e o que era o meu dia-a-dia alterou-se completamente. Aquelas relações soltas que iam acontecendo, aos poucos e poucos, foram desaparecendo. Era fiel a ti, como se fosses minha namorada.
No fundo, merecias todo o respeito que merece uma verdadeira namorada. Penso que cumpri o meu papel.
Tenho saudades tuas, meu amor.
A M O - T E M I Ú D O, E U A M O - T E !”

Sonho ou realidade?

As minhas palavras deixaram de ser secretas. Já sabes que elas existem e, provavelmente, vais passar a segui-las, todos os dias. Não é por isso que vou começar a escrever coisas mais bonitas ou menos sinceras. Para mim, é como se não tivesses visto nada.
Quando falas comigo, por mais simples que seja a conversa, surge em mim um misto de sensações e sentimentos que não consigo explicar. É daquelas coisas que só mesmo sentindo se consegue perceber.
Hoje sonhei contigo. Já há algum tempo que isso não acontecia. De qualquer forma, o que sonhei foi um retrato da realidade. Esperei por ti, mas tu não vieste. Que mais poderia esperar deste sonho que é basicamente a minha própria vida? Absolutamente nada.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Tempo... Eternidade.

Passou ainda tão pouco tempo… Para mim foi uma eternidade. Nunca uma semana custou tanto a passar. Sinto a tua falta, apesar de tudo. Sinto falta das tuas simples palavras, das tuas brincadeiras. Sinto falta de falar contigo e de, assim, me encontrar. Estou completamente perdido. Será que algum dia me vou voltar a encontrar totalmente? Podia apostar que não. Vais marcar-me para sempre e, mesmo quando for já um velho chato e sem paciência, vou lembrar-me de ti, o meu primeiro verdadeiro e grande amor.
Tenho-me isolado de tudo e de todos porque não quero correr o risco de alguém me perguntar por ti ou, simplesmente, ouvir o teu nome em qualquer lugar.
Tenho vontade de te ter novamente comigo e dizer-te o quanto és essencial na minha vida. De qualquer maneira, tu já sabes isso, não é? Devias saber.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

E vais ser minha para sempre.

Continuo a ver as tuas palavras, ainda que não sejam para mim. Ajudam-me a perceber que já não sou o mais importante para ti nem estou lá perto e que algo na tua vida está a mudar ou a ganhar proporções. E eu estou a acordar para vida desta maneira.
Eu sabia que um dia, mais cedo ou mais tarde, isto ia acabar por acontecer. O tempo não pára e as nossas vidas também não. Pelo menos a tua, a minha parece que parou há 6 meses atrás.
Apesar de ter consciência de que iria acontecer, no fundo, eu não queria acreditar.
Na verdade, eu posso dizer: “I know someday you’ll have a beautiful life, I know you’ll be a star in somebody else’s sky, but why, why, why can’t it be, can’t it be mine?”.
Porquê? Porque é que não podes apenas continuar a ser a estrela do meu céu e de mais ninguém?
No meu coração, vais estar sempre. E vais ser minha para sempre.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sim, não, talvez?

Cada dia que passa, a dor aumenta. Não vejo melhorias na minha vida. Não vejo maneira de tirar-te do meu pensamento. Entrei num ciclo vicioso em que a personagem principal és tu. É aquela vontade de te esquecer misturada com o medo de te perder. No fundo, e apesar de tudo, eu tenho medo de te perder para sempre mas sei que já perdi. Ou foste tu que me perdes-te? Eu não sei quem perdeu quem, eu não sei nada de nada. No entanto, escrevo estas palavras soltas para ti todos os dias, ainda que não as possas ver nem imagines que elas existam.
São estes sentimentos contraditórios que acabam comigo. Como é possível eu odiar-te tanto mas, mesmo assim, amar-te profundamente e seres a razão de eu continuar vivo? Como?
Depois é aquela vontade de falar contigo cada vez que olho para o telemóvel e aquela vontade de que os dias passem rápido para que te esqueça o quanto antes. Mas será mesmo isto que eu quero? Na verdade, eu quero-te a ti… Ou será que não?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Dizer-te tudo.

Queria dizer-te tanta coisa. E não, desta vez não queria dizer-te apenas coisas bonitas. Queria ser sincero contigo e fazer-te ver todos os teus erros, a desilusão que foste para mim. Como é que alguém pode mudar assim? Aliás, como é que alguém pode ser assim? Tinhas um coração tão grande para mim… E agora o que me resta? As saudades de quando tinha esse coração gigante só para mim e a vontade de te mostrar todo o mal que me fizeste e continuas a fazer.
Eu não merecia, sempre foste o melhor de mim e eu vivia para ti. Deixas-me à deriva e eu não sei mais que fazer. Começo a ficar sem forças.