Cada dia que passa, a dor aumenta. Não vejo melhorias na minha vida. Não vejo maneira de tirar-te do meu pensamento. Entrei num ciclo vicioso em que a personagem principal és tu. É aquela vontade de te esquecer misturada com o medo de te perder. No fundo, e apesar de tudo, eu tenho medo de te perder para sempre mas sei que já perdi. Ou foste tu que me perdes-te? Eu não sei quem perdeu quem, eu não sei nada de nada. No entanto, escrevo estas palavras soltas para ti todos os dias, ainda que não as possas ver nem imagines que elas existam.
São estes sentimentos contraditórios que acabam comigo. Como é possível eu odiar-te tanto mas, mesmo assim, amar-te profundamente e seres a razão de eu continuar vivo? Como?
Depois é aquela vontade de falar contigo cada vez que olho para o telemóvel e aquela vontade de que os dias passem rápido para que te esqueça o quanto antes. Mas será mesmo isto que eu quero? Na verdade, eu quero-te a ti… Ou será que não?
Sem comentários:
Enviar um comentário